
Hoje estou um pouco desanimada com uma fase complicada que o meu filho está a atravessar... A primeira de muitas.
Ainda é tão pequenino mas já tem uma personalidade bem vincada de tal forma de, às vezes, me deixar confusa e frustrada com o meu papel de mãe, de educadora. Isso fez-me reflectir sobre o assunto.
Educar não é simplesmente um acto de amor.
É uma tarefa muito difícil, que requer muita paciência, inteligência e coerência.
Ninguém nos ensina a sermos “bons pais”.
São muitas as alegrias, mas são tantos os conflitos e aflições ao assumirmos os papéis de pai e de mãe que, muitas vezes, entramos em pânico.
Todos nós gostaríamos que a educação de um filho fosse plasmada e transformada numa bela obra de arte e, em baixo, colocaríamos a nossa assinatura com orgulho: "Fui eu que fiz".
Um filho é um reflexo dos pais, da família mas também do meio e da sociedade. E isso é assustador pois pode fugir ao nosso controlo.
A sensação de falta de controlo provoca a insegurança, o medo e a desorientação.
Acresce a tudo isto a personalidade da criança que possui uma individualidade própria com os seus desejos e vontades, muitas vezes diferentes dos nossos.
Como definir o que está certo ou errado?
Para mim, um dos grandes problemas na educação dos nossos filhos é a imposição de limites.
Como dizer um não, num tom certo?
Como resolver uma daquelas crises de choro em público?
Como reagir a uma atitude de “mau feitio”?
Como ensinar a dividir?
A transmissão de valores é muito importante mas muitas vezes não sabemos qual a melhor forma de o fazer.
Temos de corrigir tendo de tomar cuidado para não sermos críticos demais.
Temos de estabelecer regras mas também aprender a sermos flexíveis.
No fundo, temos de aprender a ter autoridade, sem sermos autoritários.
A autoridade torna-se uma manifestação de amor e afecto quando exercida com equilíbrio. Transmite segurança. O problema é encontrar esse equilíbrio.
Educar é mesmo uma tarefa complexa. A cada nova etapa do desenvolvimento dos nossos filhos há um novo desafio à nossa criatividade e flexibilidade. Temos de nos adaptar às situações e ter a capacidade de mudar os nossos padrões de conduta e formas de agir.
Não podemos desistir. É difícil mas necessário.
O melhor é respirar fundo e pensar que, a cada dia, fazemos o melhor que sabemos.
É importante indicar o caminho mas temos sempre que nos lembrar que esse caminho é feito a cada dia, a cada momento, a cada passo, a cada palavra dita ou omitida, a cada lágrima derramada.
Tudo o que plantarmos, colheremos mais tarde, sejam sementes boas ou más.
Os caminhos de nossa evolução pessoal são difíceis e tortuosos. Deparamo-nos com muitas frustrações, adversidades e desilusões mas, quando superamos as dificuldades surgem as alegrias.
Não existem pais perfeitos, nem filhos perfeitos. Educando, convive-se com muitos erros e muitos acertos. O importante é dar exemplos certos, coisa que só se consegue educando com amor na esperança de conseguirmos formar uma boa pessoa, um bom cidadão.
E com estas constatações e desejo, que me confortaram a frustração de momento, me vou.
Amanhã é um novo dia.
Boa noite…

é mesmo isso. é ir tentando dar o nosso melhor.. que pode n ser peerfeito pq nós tb o nao somos. e temos sp q esperar o melhor tendo em vista q eles sao mais educados pelos outros do q por nós - q pena tenho de n viver dos rendimentos p acompanhar melhor o crescimento dela e quiça ter outro!!! - e tendo sp ema tenção a sua personalidade q nasce com eles e normalm é "tramada" eheh. e nesta altura eles estao a testar-nos tentar n abstrair disso, p saber até onde podem ir!! ja li varios artigos (eu comprei durante um ano mais ou menos varias revistas de bebes ) q dizem q temos q lhes colocar limites p eles saberem onde se podem mover. se n tiverem limites tb ficam à deriva!!1 bj
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