Mostrar mensagens com a etiqueta Musica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Musica. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

No balanço da música


Estas ultimas semanas tenho tido uns dias stressantes, cheias de trabalho e preocupações, de tal forma, que não tenho tido vontade para mais nada.

No entanto hoje, no regresso a casa ouvi uma musica que adoro mas que não ouvia à muito tempo e isso fez-me sentir bem. Relaxou-me e, por momentos, senti-me em paz e bem disposta.

Isso fez-me ter vontade de escrever sobre ela e sobre o que a música representa para mim.

Eu gosto muito de música.

Convivo com ela diariamente e gosto da sua companhia.

Alguém disse um dia: "Mostre-me um lar em que habite a música e mostrar-lhe-ei um lar, feliz, tranquilo e alegre".

Na verdade, é difícil imaginar que existam lares sem música. Para mim, é uma presença constante e sem ela parece que me falta alguma coisa.

Oiço música a toda a hora, em casa, no carro, no trabalho…

Não havia músicos em minha casa mas sempre se ouviu música, sempre se ouviu alguém cantarolar. Para além do meu pai que tocava umas notas na guitarra e entoava canções de Zeca Afonso e outros temas do cancioneiro português, todos gostavam de cantar, todos gostavam de música.

Uma das lembranças mais vivas da minha infância é ir de viagem em família e estarmos todos a cantar. Não interessava quem cantava bem ou mal. Não era isso que interessava. O importante eram os momentos de magia. Momento da mais pura felicidade.

Fui crescendo sempre com a música presente. Mais tarde, cresceu também em mim a vontade de aprender a executar algumas das melodias que tanto gostava de ouvir.

Com 10 anos comecei a aprender a tocar saxofone, muito graças à influência do meu avô materno.

Nunca fui uma boa executante. Era mais do género “desenrascada”. A verdade é que com ele desfrutei de alguns dos melhores momentos da minha adolescência.

Depois, aprendi a tocar guitarra.
Também aqui nunca fui brilhante mas suficiente para aproveitar tudo o que de bom ela me proporcionava.

Saber ler música para mim sempre foi uma tarefa chata e só mais tarde é que reparei a mais valia em que se tinha tornado.

Sempre adorei cantar (Canto no carro e até no banho) mas, por incrível que pareça, nunca pertenci a nenhuma agrupamento do género.

A música é incrível. Transmite-nos vários estados de espírito, várias vivências.

Graças talvez à influência paterna, sempre fui muito ecléctica na música, acabando por gostar de muitos géneros musicais diferentes e de diferentes nacionalidades.

Desde a música clássica e os blues passando pela música tradicional, pelo rock e pelo heavy metal gosto de tudo um pouco.

Tudo depende do meu estado de espírito.

Se um dia me apetece deitar a casa abaixo e ouvir Metallica, outras vezes apetece-se ouvir uma melodia com uma letra marcante (adoro letras que me digam algo)e oiço Bob Dylan ou algo com uma mensagem forte. Pode ainda apetecer-me paz de alma e ouvir um Adágio ou então ouvir outro tipo de interpretes como Sting, U2 ou Offspring ou então uma boa guitarrada. Posso ainda querer dançar uma boa salsa apesar de não saber dançar.

Tudo depende da minha disposição.

Para além de ouvir música, recomendo a todos a oportunidade de aprender música. É muito importante pois acaba por estar sempre ligada aos momentos que compõem a nossa existência.

Não se deve pensar, porém, que a música traz sempre prazer. Não é assim.

O que para mim é agradável de ouvir pode não o ser para outra pessoa. O ouvido não é o mesmo. As influências diferentes.

Por outro lado, as horas em que as mães têm de ouvir exercícios de piano, clarinete, violoncelo etc., quase podem levá-las ao desespero. Lembro-me bem lá em casa com os meus treinos de saxofone. Eram de arrepiar :)

"Suportar" esses períodos de exercício requer muita imaginação e paciência.

Mas a participação na arte musical ajuda-nos a apreciá-la mais tarde, pelo menos é essa a minha experiência.

Nos dias de tensão, quando a vida frequentemente parece ser enfadonha, é bom esquecermo-nos de nós mesmos por momentos e dar ao corpo e à mente a oportunidade de esquecer as tensões e ansiedades e receber novas forças. A música pode ajudar-nos nesse processo.

A música é importante para o nosso amadurecimento saudável. Nota-se bem isso nas crianças. Agora que sou mãe ainda tenho uma maior percepção deste facto.

Sons brandos e suaves servem para acalmar e provocam o sono; melodias agradáveis e animadas trazem contentamento.

Rute Mathews, no seu livro You Need Music ("A Música é Necessária") disse: "Quando as crianças sabem cantar ou tocar, obtêm duplo benefício, porque isso se torna um meio de expressão individual. Não nos preocupamos tanto com o que as crianças farão pela música, como com o que a música pode efectuar em seu favor. A criança que encontra prazer na música não procurará fazer acções menos boas.".

A música tem desempenhado uma parte importante na minha vida.

O Dr. Lee DuBridge, presidente do Instituto de Tecnologia da Califórnia, escreveu: "Partilho a opinião de muitos matemáticos e cientistas, de que existe estreita relação entre a matemática, a ciência e a música. A harmonia da Natureza e as harmonias da música transmitem mensagens para nós. (...) A música é uma preciosa herança cultural que cada pessoa deve ter .privilégio de compreender e desfrutar".

Concordo com o que ele disse.

Até para a maioria dos leigos, a música não é um passatempo mas um meio de vida, uma parte da personalidade. Quem se empenha nalguma actividade musical, quer seja tocar um instrumento, participar dos cânticos na igreja ou simplesmente ouvir os sons musicais, pode aprender a amar, a respeitar e a apreciar a música como uma arte. Para essa pessoa, a vida sempre será interessante.

A música é uma linguagem universal que consegue unir diferentes culturas, diferentes realidades. Influencia a nossa vida espiritual e a nossa vida interior.

Reflecte a nossa tranquilidade, agitação, vivacidade, desalento, vitalidade ou debilidade – todas as modificações que ocorrem na nossa vida - de modo mais directo e peculiar do que qualquer outro meio de comunicação humano.

Desprezar a música é ignorar uma dimensão inteira da experiência humana pois é nela que se encontra o maior vínculo de comunicação de toda a humanidade, unindo todas as camadas da sociedade, de todas as idades e gerações.

De facto, existem na vida poucas coisas capazes de unir as pessoas.

A música tem essa capacidade.

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Pintar uma canção

Adorei esta aplicação que procura "pintar" uma canção, onde a ponta do pincel é o rato.

É uma ideia linda cheia de cor, de fantasia e de imaginação pelo que veja tudo até ao fim, dê largas à sua imaginação e desfrute da música!


http://www.youtube.com/watch?v=uJ1DPPmmkvY

quarta-feira, 22 de julho de 2009

Festival "Musicas do Mundo" em Sines

Está a decorrer neste momento um dos mais prestigiados Festivais de Músicas do Mundo de Portugal: FMM Sines – De 17 a 25 de Julho.

Este festival tem sido um verdadeiro fenómeno. Nascido em Sines em 1999 tem trazido alguns dos principais nomes dentro do género a Portugal, continuando a destacar-se da concorrência e conquistando cada vez mais o respeito dos aficionados das músicas de raiz tradicional. Eu já lá fui por diversas vezes e gosto muito pelo que se puderem lá dar um saltinho vão ver que vão adorar. Ainda estão a tempo. É super agradável, acabando por ser intimista e, de alguma forma, até familiar. Muito interessante.

Desde os portugueses O’ Questrada, passando pelo cubano Chucho Valdês, vencedor de 5 Grammys, pela banda polaca Warsaw Village Band até ao Jamaicano Lee “Scratch” Perry, o cartaz é recheado de uma grande diversidade musical.

Deixo-vos aqui com um dos meus músicos favoritos deste ano, o indiano Debashish Bhattacharya (Índia), um mestre na “Slide Guitar” que actua dia 24 de Julho.



Programa:

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Simplesmente maravilhoso

Isto já tem uns aninhos valentes. Até posso dizer que vai para além do meu tempo. No entanto, o que é bom não tem idade.

Acho esta actuação simplesmente fantástica. Não me canso de a ver. Nota-se que estão a gostar do que estão a fazer e transbordam boa disposição.

Um exemplo de talento e sentido de humor.

Vejam, oiçam e apreciem...



Uma curiosidade: De Louis Amstrong pouco tenho a dizer pois é uma figura bem conhecida de todos. O que talvez a maioria das pessoas não saibe é que o actor Danny Kaye ganhou milhões e morreu em Los Angeles a 3 de Março de 1987 praticamente na miséria. O que recebia dava aos mais necessitados e ajudou muitos colegas que ficaram nas ruas da amargura, distribuindo o resto a instituições de solidariedade.
Foi, para além de actor e cantor, um excelente intérprete de jazz e clarinetista tocando quase somente para os amigos...
No ano 2000 a UNESCO o considerou Cidadão do Mundo.

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Homenagem ao Maestro José Calvário

Ontem faleceu José Calvário com apenas 58 anos.

Não é a 1.ª vez que faço aqui uma homenagem a figuras que acho que deram muito à nossa cultura pelo que esta não é excepção.

José Calvário dedicou toda a sua vida à música e é considerado por muitos como um dos melhores orquestradores e arranjadores de Portugal.

A música de sua autoria “Flor Sem Tempo” e interpretada por Paulo de Carvalho, obteve o 2.º lugar no Festival da canção. No ano seguinte obteve o 1.º com o tema “Festa da Vida” na voz de Carlos Mendes.

Criou, em parceria, com José Niza, o tema “E Depois do Adeus”, cantado por Paulo de Carvalho e tão importante na revolução de Abril de 1974.

Ao longo da década de 70, trabalhou como arranjador em Madrid, auxiliando vários cantores portugueses.

Na década de 80, mudou-se para Londres onde continuou o seu trabalho.
Em 1991, compôs o seu primeiro concerto para orquestra.

O maestro concluiu a sua primeira sinfonia e gravou obras de Andrew Lloyd Webber com a The London Philharmonic Orchestra (Orquestra Filarmónica de Londres).

Em Fevereiro de 2009 foi homenageado pela RTP durante o Festival da Canção, com um bailado inspirado em algumas das canções com que concorreu ao Festival. A sua filha, visivelmente emocionada, recebeu uma longa ovação.



Ouvido pela Lusa, o cantor Fernando Tordo afirmou que José Calvário foi «um músico de eleição, um grande talento, um grande orquestrador e excelente compositor», cuja morte é de «lamentar profundamente».

Eterno aplauso para um grande musico e compositor que, sem duvida, enriqueceu muita a música portuguesa.

O homem parte mas a obra fica.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Os tempos estão a mudar

Em 1964 Bob Dylan escreveu a canção "The times they are a-changing" e é incrivel como, passados tantos anos, a canção se mantêm actual.

Tal como tantas outras musicas de Bob Dylan, esta é mais um autêntico poema... magnífico e intemporal!

Original: http://www.youtube.com/watch?v=wgECKj9LSH4

OS TEMPOS ESTÃO A MUDAR

Vinde cá todos
Por onde quer que andeis
E admiti que a água
Á vossa volta subiu
Admiti que em breve
Estareis encharcados até aos ossos
Se pensais que vale a pena
Salvar a vossa geração
Melhor é que comeceis a nadar
Porque os tempos estão a mudar

Vinde escritores e críticos
Que traçais profecias
Abri bem os olhos
A oportunidade não se repetirá
E não vos pronuncieis demasiado cedo
Que a roda ainda gira
E não se sabe ainda
Quem ela escolherá
E quem hoje perde
Amanhã ganhará
Porque os tempos estão a mudar
Vinde, senadores e congressistas
Atendei à chamada
Não atravanqueis a porta
Não bloqueeis a entrada
Pois quem tropeçar
Será magoado
Lá fora combate-se
Com tal frémito
Que em breve estilhaçará as vossas janelas
E fará ruir as vossas paredes
Porque os tempos estão a mudar

Vinde pais e mães
De todo o país
E não critiqueis
O que não conseguis entender
Os vossos filhos e filhas
Escapam ao vosso controle
O vosso velho caminho
Está a ficar para trás
Abandonai o novo
Se nada podeis
Porque os tempos estão a mudar

A linha está traçada
O destino marcado
Os lentos de agora
Voarão amanhã
Como o presente de agora
Será depois passado
A ordem está
A desaparecer rapidamente
E os primeiros de agora
Serão mais tarde os últimos
Porque os tempos estão a mudar

sexta-feira, 22 de maio de 2009

Ornatos Violeta

Neste momento, estou a ouvir Ornatos Violeta, para mim uma das melhores bandas portuguesas da ultima década.

Adoro-os! Já os vi ao vivo e sempre que os oiço lembro-me sempre de coisas positivas, de fase boas da minha vida.

Esta música "Capitão Romance" é a mais conhecida do album "O monstro precisa de amigos" mas as outras são todas fantásticas.

Primeiro estranha-se, depois entranha-se.

Escolhi esta por ser um dueto com outra das minhas bandas favoritas: Os Violent Femmes.

Tenho muita pena que tenham acabado.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Projecto Amália - Gaivota

“Amália Hoje” é um projecto pop português liderado pelo músico Nuno Gonçalves dos The Gift que apresenta um álbum que revisita fados interpretados por Amália Rodrigues à luz da sonoridade pop.

Nuno Gonçalves assina a escolha do alinhamento, os arranjos e a direcção musical do grupo, que inclui Sónia Tavares, vocalista dos The Gift, Fernando Ribeiro, líder do grupo metal Moonspell e Paulo Praça (ex-Turbo Junkie e Plaza).

Gosto particularmente desta música.

Com versos de Alexandre O'Neill e na voz de Sónia Tavares (Gift).

Amália imortalizou-a. Carlos do Carmo deu-lhe um brilho fantástico mas Sónia Tavares é aqui impressionante. Para mim, uma das melhores versões...

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Fantástico

Adoro isto.

É uma adaptação para guitarra eléctrica de uma música clássica composta por Johann Pachelbel chamada "Canon" e está FANTÁSTICA!!!! Este puto tem futuro...

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Histórias de chocolate

Ao ouvir o programa de rádio da Antena 3 “Prova oral” tive conhecimento deste CD, que já comprei, e que acho ser deveras interessante pelo que quero partilhar com quem eventualmente ler isto.

Trata-se de um CD com 12 histórias inéditas de José Jorge Letria, que têm como temática o chocolate e as várias formas de imaginação às quais, com muito humor e criatividade, ele pode ser associado.

As histórias são narradas pelo próprio autor, que é um dos nomes mais destacados da literatura portuguesa, com destaque para a chamada infanto-juvenil. José Jorge Letria tem cerca de duas centenas de títulos publicados em vários géneros, da poesia ao teatro, está traduzido em mais de uma dezena de línguas e recebeu importantes prémios literários em Portugal e no estrangeiro.
«Histórias de Chocolate» é um disco para ouvir em qualquer momento e em todos os momentos, por públicos de todas as idades.

Estas histórias dão sequência a «Fábulas de La Fontaine», também editado pela Ovação, em que José Jorge Letria seleccionou e narrou algumas das melhores fábulas de La Fontaine traduzidas por nomes como Bocage, Curvo Semedo ou João de Deus.

«Histórias de Chocolate» é um conjunto de histórias breves, imaginativas e divertidas que celebram o prazer de gostar de chocolate, mas também a dádiva da imaginação e do humor.

É puro divertimento que dá gosto ouvir e partilhar, já que, mesmo que apeteça muito, não se pode comer pelo que acaba sempre por ser mais saudável e não engorda :)

sábado, 18 de abril de 2009

Movimento perpétuo associativo

Gosto muito dos "Deolinda"

Tem sido do melhor que se tem feito na música portuguesa ultimamente. É original e bem disposta.

Esta música reúne um pouco do que tão bem os caracteriza: Originalidade, crítica social e muito sentido de humor. Oiçam...

terça-feira, 14 de abril de 2009

Adagio for Strings de Samuel Barber

É uma música triste mas da qual gosto muito.

Quando estou inquieta traz-me tranquilidade...

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Colóquio "Poéticas do rock em portugal.09"

Gosto muito de música e gosto, particularmente, de uma boa letra.

A melodia é muito importante e transmitem-nos as mais variadas sensações. No entanto, uma música com uma boa letra vai muito para além disso. Claro que, quando ambas estão em sintonia, cria-se magia.

Existem letras que são autênticos poemas. Fantásticas obras primas.

No seguimento deste pensamento, queria dar-vos a conhecer o Colóquio chamado "Poéticas do rock em Portugal" organizado pelo Centro de Estudos de Teatro da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa e neste momento a decorrer na Universidade de Lisboa.

Aqui estarão em discussão temas como, por exemplo, qual o lugar da poesia na música, a relação entre literatura e música, a evolução da cultura popular, a censura, a escrita em língua portuguesa.
Será analisada, em especial, a música portuguesa, tendo como exemplos, as canções de António Variações, Xutos & Pontapés, Sétima Legião, Jorge Palma, José Cid e Mão Morta mas também compositores estrangeiros como U2 ou Bob Dylan.

Entre os convidados contam-se várias personalidades portuguesas mas também o jornalista francês Mischka Assayas, autor do livro "Bono por Bono", o crítico norte-americano Greil Marcus, que escreveu "Like a Rolling Stone", sobre Bob Dylan e o jornalista Nuno Galopim.

A par dos debates, está prevista uma exposição de capas de vinis portugueses na Faculdade de Letras, um ciclo de cinema sobre rock na Cinemateca Portuguesa e concertos no cabaret Maxime com Tiago Guillul (07 de Abril), Rui Reininho, Ana Deus e Regina Guimarães (08 de Abril).

O rock é também poesia em acto e nessa medida suscita perguntas e dúvidas sobre a teatralização das palavras cantadas. É difícil a sua análise mas não impossível.

Esta análise da cultura popular faz parte do programa de diversas universidades europeias e norte-americanas há anos. Em Portugal porém, estes temas continuam a ser ignorados pelos currículos académicos pelo que esta iniciativa tem todo o mérito e espero que tenha continuidade no futuro.

Quem tiver a oportunidade de acompanhar estas iniciativas, não perca.

Acho que vale muito a pena.

Xutos & Pontapés

Hoje saiu o novo álbum dos Xutos & Pontapés que coincidiu com a celebração do seu trigésimo aniversário.

Ouvi na rádio um especial sobre o grupo em que passaram, durante todo o dia, os 13 temas do álbum e fui agradavelmente surpreendida por uma sonoridade incrível e umas letras fantásticas.

Aliás, são as letras das músicas o que mais me surpreende neste álbum: Actuais e muito acutilantes.

"Sangue da cidade", "Quem é quem", "Estado de dúvida", "Falcão" são apenas algumas das músicas que podemos ouvir neste novo álbum.

Com ele, os Xutos provam, mais uma vez, que são uma das mais bem sucedidas bandas de rock portuguesas.

Gosto especialmente da música "Sem eira, nem beira" cantado pelo baterista Kalu. É bastante directa e mordaz. Digamos que é um xuto bem certeiro:) Oiçam...

quarta-feira, 25 de março de 2009

Aquarela

Uma das musicas mais bonitas que conheço.

Apesar dos anos que tem, a letra de Toquinho é linda, intemporal e de uma ternura incrível, permitindo a quem ouve sonhar...