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segunda-feira, 26 de outubro de 2009

A realidade foi muito para além do sonho

O dia 24 de Outubro de 2009 foi um dia inesquecível e vai ficar para sempre na minha memória e na de todos os que lá estiveram como se dum sonho bonito se tratasse. No entanto, a realidade do que aconteceu neste dia foi muito para além do sonho.

Um sonho bonito nasceu numa daquelas tardes inspiradas em que o ser humano dá mais um passo na importante caminhada da vida: juntar alguns amigos, unidos pela forte determinação de defender os animais duma sociedade que lhes é hostil, almoçar, conviver e conversar sobre este tema que lhes é querido.

Se o sonho foi um sonho bonito a realidade foi maravilhosa. Quase setenta pessoas responderam ao desafio, uniram esforços e transformaram um suposto encontro de alguns amigos num grande encontro onde a amizade e a solidariedade não só entre os presentes, como especialmente para com os animais que tiveram a magia de os juntar esteve sempre à flor da pele.

Entre os humanos a certeza da razão que os uniu nesta imensa manifestação de querer: a defesa de uma melhor qualidade de vida, duma maior protecção para os animais pois os ANIMAIS SÃO NOSSOS AMIGOS. E a amizade retribui-se com mais amizade ainda.

Mas não ficaram somente por palavras ou por sentires as acções que toda esta gente de boa vontade realizou: unindo esforços, numa grande dádiva pessoal e procurando apoios em quem os poderia dar, conseguiram juntar cerca de 700 quilos de rações (quase uma tonelada) e muitos outros mimos para serem distribuídos por Associações de voluntários que dedicam todos os seus meios, saberes e tempo à defesa e protecção dos animais abandonados.

Apesar de existiram muitas Associações, demasiadas a precisarem de apoio teve de ser efectuado um sorteio e as felizes contempladas foram: A Associação dos Amigos dos Animais Abandonados da Moita, Associação Patas Errantes em Sintra, União Zoófila em Lisboa e a Associação dos Amigos dos Animais de Almada. No entanto, ainda se conseguiu ajudar, embora em doações de menor numero outras 2 ou 3 Associações.

Foi muito gratificante esta conquista e só com a boa vontade de muitos se conseguiu ajudar quem tanto necessita. Isso deixou-nos a todos com um sorriso nos lábios e com o coração e a alma cheios como que a dizer: Missão cumprida!

Muitas horas depois de iniciado este encontro convívio, na hora das despedidas, o coração estava pequeno pela separação que se iria dar, cada um de regresso a suas casas desde o norte ao sul de Portugal, mas os rostos espelhavam felicidades, sorrisos abertos, na certeza de missão cumprida, e no desejo de novo encontro de grande solidariedade para com os animais.

É triste constatar como habitualmente é tão difícil fazer-se qualquer coisa significativa em Portugal. No entanto, este encontro demonstrou que ainda existe esperança pois, e neste caso, mesmo sem apoios da moderação do site pelo qual nos conhecemos, conseguimos levar para a frente um evento que teve um imenso sucesso.

Ficou bem claro no espírito de todos nós de que é imprescindível queremos agir mas também sabemos o quanto o apoio oficial é importante para esta missão e que os políticos deverão urgentemente legislar no sentido de que os animais jamais voltem a ser considerados como coisas tal como o faz a lei actual. Mas também para a defesa da sua vida em condições dignas de um ser vivo.

A organização considerou, e muito bem, ser devido ao esforço e à presença de TODOS o êxito deste evento. O que começou por uma brincadeira transformou-se em algo memorável e que jamais será esquecido.

Quero agradecer a todos a presença mas não posso deixar de agradecer em especial às seguintes pessoas: À Cila (Patanisca) que, comigo, teve a ousadia de iniciar todo este processo e de o levar para a frente, à Maria João (marijonscp) que desde quase o inicio desta aventura nos ajudou de uma forma incansável sendo o 3.º membro da organização de pleno direito, à Paula Cairo (ratolinhas) que deu uma ajuda determinante na questão do transporte e distribuição de donativos, tendo até conseguido ajuda externa à Arca para o fazer, à Mila (Doroteia) que não pôde estar presente no almoço mas que nos deu uma ajuda preciosa no que diz respeito aos crachás e ao Victor (Vicktor) pelo seu extraordinário contributo nas doações e pela sua imensa sensibilidade pelos textos e poema com que nos brindou.

Este foi um trabalho conjunto que, não seria nada se não tivéssemos tido a adesão em massa que tivemos. Por isso, um bem haja para todos. Os animais agradecem!

Beijos,

Sara Louro (CarpemDiem)

sábado, 17 de outubro de 2009

Teoria do divertimento

Um dos benefícios de se viver em ambientes abertos é a presença de estímulos diversos ao exercício da imaginação.

Quando vi este vídeo achei a ideia genial pelo que decidi partilhá-la convosco.

A iniciativa tem o nome de “Teoria do Divertimento”. Trata-se de estimular pessoas a desenvolver ideias que levem a um incremento de atitudes socialmente relevantes por meio do estímulo do divertimento.

Cada ideia apresentada é examinada por um júri. As escolhidas são premiadas.

Esta é uma delas: Piano-escada



As pessoas que utilizam o metro usam preferencialmente as escadas rolantes para entrar e sair das estações.

Como forma de estimular o uso das escadas comuns, alguém apareceu com a ideia de instalar, nos degraus dessas escadarias, sensores que emitem sons quando submetidos a pressão.

Os sons foram programados conforme a escala de um piano e os degraus receberam revestimentos que simulam essa escala. A engenhoca foi instalada numa estação de Estocolmo.

Resultado: houve um aumento de 61% no uso das escadas comuns.

Nos dias de hoje, em que as pessoas andam tão cabisbaixas, esta seria uma excelente ideia para levantar o ânimo, nem que fosse, por uns momentos. Depois, muitas vezes as ideias mais simples são as que dão melhores frutos. Basta ter imaginação.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Passeio a três

Estou de férias.

Não existe melhor sensação do que depois de um ano de trabalho intenso ter um período de descanso e de balanço.

Estes períodos são importantes quer seja para simplesmente descansar ou praticar o "rien faire" ou para fazer o que mais gostamos e não temos disponibilidade para fazer no resto do ano.

Este ano decidimos uma coisa diferente. Não ir para nenhum sitio especifico mas andar por ai...

Entre os bons momentos que tenho passado, iniciei também um ritual delicioso com o meu filho.

Tem apenas 2 anos, mal fala mas no outro dia soube pegar na coleira do cão Tomás e disse: Mãe, Rua, Tomás.

Fiquei contente. Adoro animais e se posso influir em algum aspecto da educação do meu filho, o amor pelos animais e o respeito pela natureza, é com certeza um dos aspectos que gostava de contribuir.

Então lá fomos nós pelo percurso habitual...

O trajecto não é curto e ele apesar de ainda ser muito novo já é muito pesado pelo que fiquei preocupada com o cansaço e com o colo. Mas não foi preciso pois ele aguentou-se que nem um homenzinho, sempre a correr atrás do cão. É bem mais resistente que a mãe (eheheh)

Agora, sempre que estamos em casa, fazemos isto todos os dias e que bem que sabe...

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

O Jardim da Cidade
















Gosto desta fotografia. Tirei-a num jardim perto de minha casa e demonstra bem a sintonia que pode existir entre a natureza e o que criamos. Basta querermos.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Um olhar sobre Lisboa

Apesar de estarmos em pleno verão estamos a ser surpreendidos por dias de chuva que apesar de serem incómodos nesta época não deixam de ter a sua beleza.

Foi isso mesmo que descobri no sábado passado ao captar este bonito momento...

quinta-feira, 30 de julho de 2009

Pintar uma canção

Adorei esta aplicação que procura "pintar" uma canção, onde a ponta do pincel é o rato.

É uma ideia linda cheia de cor, de fantasia e de imaginação pelo que veja tudo até ao fim, dê largas à sua imaginação e desfrute da música!


http://www.youtube.com/watch?v=uJ1DPPmmkvY

segunda-feira, 15 de junho de 2009

Regresso de férias

Uma das razões pelas quais não tenho actualizado o meu blog foram as férias.

Pois é, foram pequeninas e souberam a pouco!!! Já estou de regresso e com um pouco de humor…

domingo, 7 de junho de 2009

Mini-férias


Resolvi tirar férias de 1 semana. À ultima hora e aproveitando os feriados vou descansar, ler, namorar e gozar o meu filho pelo que nos próximos dias vou andar por aqui.

Até para a semana!

quarta-feira, 3 de junho de 2009

A história da Lua e do Sol


Quando o SOL e a LUA se encontraram pela primeira vez, apaixonaram-se perdidamente e
a partir daí começaram a viver um grande amor.

Acontece que o mundo ainda não existia e no dia que Deus resolveu criá-lo, deu-lhes então toque final ...o brilho !

Ficou decidido também que o SOL iluminaria o dia e que a LUA iluminaria a noite e, sendo assim, seriam obrigados a viverem separados.

Abateu-se sobre eles uma grande tristeza quando tomaram conhecimento de que nunca mais se encontrariam.

A LUA foi ficando cada vez mais amargurada. Mesmo com o brilho que Deus havia lhe dado, ela foi se tornando solitária.

O SOL por sua vez havia ganhado o título de nobreza "ASTRO REI", mas isso também não o fez feliz.

Deus então chamou-os e explicou-lhes: "Vocês não devem ficar tristes. Ambos agora já possuem um brilho próprio.
Você LUA, iluminará as noites frias e quentes, encantarás os enamorados e serás diversas vezes motivo de poesias.
Quanto a ti SOL, sustentarás esse título porque serás o mais importante dos astros, iluminarás a terra durante o dia, fornecerás calor ao ser humano e a tua simples presença fará as pessoas mais felizes.

A LUA entristeceu-se muito com seu terrível destino e chorou dias a fio... já o SOL ao vê-la sofrer tanto decidiu que não poderia deixar-se abater pois teria que dar-lhe forças e ajudá-la a aceitar o que havia sido decidido.

No entanto, a sua preocupação era tão grande que resolveu fazer um pedido a Deus:
Senhor, ajude a LUA por favor, ela é mais frágil do que eu, não suportará a solidão...
E Deus em sua imensa bondade criou então as estrelas para lhe fazerem companhia.

A LUA sempre que está muito triste recorre às estrelas que fazem de tudo para consolá-la, mas quase sempre não conseguem.

Hoje eles vivem assim....separados.
o SOL finge que é feliz, a LUA não consegue esconder que é triste.

O SOL ainda esquenta de paixão pela LUA e ela ainda vive na escuridão da saudade.

Dizem que a ordem de Deus era que a LUA deveria ser sempre cheia e luminosa mas ela não consegue isso.... porque ela é mulher, e uma mulher tem fases.
Quando feliz consegue ser cheia, mas quando infeliz é minguante e quando minguante nem sequer é possível ver o seu brilho.

LUA e SOL seguem seu destino.
Ele solitário mas forte, ela acompanhada das estrelas, mas fraca.

Humanos tentam a todo o instante conquistá-la, como se isso fosse possível.
Vez por outra alguns deles vão até ela e voltam sempre sozinhos.
Nenhum deles jamais conseguiu trazê-la até a terra.
Nenhum deles realmente conseguiu conquistá-la, por mais que achem que sim.

Acontece que Deus decidiu que nenhum amor neste mundo seria de todo impossível, nem mesmo o da LUA e o do SOL... e foi aí então que ele criou o eclipse.

Hoje SOL e LUA vivem da espera desse instante, desses raros momentos que lhes foram concedidos e que custam tanto a acontecer.

Quando olhares para o céu a partir de agora e veres que o SOL encobriu a LUA é porque ele deitou-se sobre ela e começaram a se amar e é ao acto desse amor que se deu o nome de eclipse.

Importante lembrar que o brilho do êxtase deles é tão grande que aconselha-se não olhar para o céu nesse momento, seus olhos podem cegar de ver tanto amor.

Bem, mas na terra também existe sol e lua... e portanto existe eclipse.... mas essa era a única parte da história que você já sabia, não era?

Silvana Duboc

terça-feira, 26 de maio de 2009

A bonita história de Hachiko

Hachiko era o nome do cão que durante 11 anos esperou numa estação de comboios pelo regresso do seu dono.

Hachiko nasceu dia 10 de Novembro de 1923 e morreu a 8 de Março de 1935 e é lembrado no Japão como exemplo de dedicação e lealdade ao seu dono.

Em 1924 Hachiko foi trazido para Tóquio pelo seu dono, Hidesamuro Ueno, um professor no departamento de agricultura na universidade de Tóquio. Quando Ueno saía para o trabalho o cão vinha consigo até à porta e quando regressava deslocava-se à estação de comboios mais próxima para esperar por ele. Isto repetiu-se até que em 1925 Ueno morreu. A partir desse momento só o cão manteve a rotina. E todos os dias esperou pelo dono até que 11 anos depois morreu.

Outros utilizadores da estação pensavam que ele estaria à espera de outra coisa qualquer ou que era vadio mas rapidamente perceberam que ele esperava pelo seu falecido dono. Aí alguns vendedores da zona começaram a dar alimento e àgua ao cão pela sua lealdade. Alguns duvidavam dos actos do cão... Julgavam que este só se deslocava à estação para comer mas se assim fosse ele poderia ir à estação noutras alturas em vez de só lá chegar quando o comboio que devia trazer o seu dono chegava.

Um antigo aluno do professor estudou o comportamento do cão e após ter percebido que ele, efectivamente, repetia o mesmo comportamento todos os dias e exactamente à mesma hora. Aí ele publicou um artigo num dos maiores jornais de Tóquio o que tranformou Hachiko numa figura nacional para todos observarem com admiração e respeito pela lealdade mostrada

Pouco tempo depois desta noticia ser publicada um artista muito conhecido esculpiu uma estátua do cão que foi colocada na estação Shibuya. Hachiko esteve presente na inauguração. Mais tarde a escultura foi "reciclada" para usar nas armas utilizadas na segunda guerra mundial. Contudo a estatua foi refeita. O filho do artista que tinha feito a velha estátua reconstruiu a estátua do cão em 1948.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

Encontro de amigos

Olá amigos,

Queria-vos contar a minha aventura de sábado.

Fui até Anadia para participar no meu 4.º Encontro Petnet onde pude reencontrar e conhecer pessoas que, tal como eu, têm uma paixão em comum: os animais.

Nunca tinha ido tão longe e desta vez fiz cerca de 200 Km mas houve quem fizesse bem mais. No entanto,todos os Km valeram a pena.

Estava com medo do tempo mas o S. Pedro foi amigo e esteve um dia de sol. Só apanhei chuva já a meio do trajecto de regresso a casa.

Os participantes foram-se juntando para irem em conjunto e ao longo do trajecto existiram desvios para buscar este ou aquele mas, acima de tudo, existiu muito boa disposição.

Eu fui com outros amigos e claro, com o meu Tomás (cão) que se portou à altura do evento. Notava-se que estava feliz. Fartou-se de brincar e até tomou uma banhoca na ribeira.

O meu filho ficou em casa com o pai pois ainda é muito pequenino mas daqui a nada já o levo comigo. Gosto de partilhar com o meu filho bons momentos e estes são animados, saudáveis e, acima de tudo, muito educativos.

Fizemos uma picnicada onde amigos de 2 e de 4 patas partilharam mimos e muita animação. Foi divertido.

Numa altura em que os valores sejam eles quais forem estão em crise é bom estar com pessoas que compreendem determinados gostos e que partilham connosco o amor que sentimos pelos animais. Já não somos os únicos "maluquinhos". Já não estamos sozinhos e isso dá-nos força para continuar a remar contra a maré... por nós e por eles.

terça-feira, 19 de maio de 2009

O Senhor do Adeus


Há personagens que fazem parte da nossa vida sem que com elas tenhamos trocado uma só palavra. Habituamo-nos à sua presença e são como que património da nossa vivência. Hoje apeteceu-me falar de uma destas personagens.
Esta personagem soube atribuir a um corriqueiro gesto do quotidiano, um significado especial e misterioso, levando-nos a pensar que tipo de vida se esconde por detrás de um aceno.

A personagem de que falo é o “senhor do adeus” uma personagem que os lisboetas conhecem e que, todos os dias faça chuva ou faça sol desde há alguns anos, se dirige para as zonas do Saldanha (à noite) e Restelo (ao final da tarde) para acenar ininterruptamente, e sempre com um sorriso pueril nos lábios, para os carros que passam. Este ritual obsessivo, tem tanto de enigmático como de desconcertante, e se não fosse tão real poderia julgar tratar-se de um verdadeiro mito urbano.

Não é doente, não é louco, apenas gosta de dizer adeus aos carros.
Quem já falou com ele sabe que é lúcido e simpático. E não se importa que lhe chamem maluco.

Ele sabe que o mundo está ali todo, a passar em frente, veloz.
E acho que lhe diz adeus porque tem uma certeza: ele fica, os outros vão. E o mundo é mais bonito quando temos certezas. Quando sabemos para onde vamos e para onde vão os outros.

Naquele breve instante em que alguém lhe buzina e ele retribui com um aceno, as coisas fazem mais sentido. Naquele breve instante, há dois amigos.

A maior parte das pessoas devolve-lhe o aceno com um sorriso nos lábios e só isso já basta para valer a pena o acto de afecto que o aceno encerra.

Descobri recentemente que o “senhor do adeus”, que afinal prefere ser chamado pelo “senhor do olá” se chama na realidade João Paulo Serra, o Sr. João, tem 76 anos de idade e o seu motivo para elevar o aceno a uma forma de vida, é a solidão com que se deparou há uns anos após a morte da sua mãe. Sente que acenar é a forma de comunicar e de sentir gente.
Por trás daquela figura alta e esguia de trajes clássicos mas marcantes, esconde-se alguém que fez deste périplo a sua razão de existir e tornou a sua pessoa num ícone da cidade de Lisboa.

A mim mostrou-me que um simples aceno tem a capacidade de me pôr bem disposta.

Gosto do senhor que diz adeus.

E acho que, mesmo sem me conhecer, ele também gosta de mim, porque continua a sorrir e a dizer-me adeus como quem diz: “ - Boa viagem, eu fico aqui.”

E amanhã eu sei que ele está lá.

E ele sabe que o resto do mundo vai continuar a passar por ali e que as coisas vão continuar a fazer sentido.

A vida assim é simples… E mais bonita.

sábado, 9 de maio de 2009

A incrível hitória de Smoky, a cadela soldado

Smoky, uma Yorkshire Terrier, nasceu em 1943, mas foi encontrada perdida na floresta da Nova Guiné em 1944.
Tudo levava a crer, que ela pertencia aos japoneses, mas ao ser levada à um campo de concentração, não respondia a nenhum comando em japonês, muito menos em inglês.

Smoky foi então vendida por US$ 6,44 (dinheiro este, usado nos jogos de poker), ao cabo William A. Wynne, que servia no esquadrão aéreo de reconhecimento fotográfico. A partir deste dia, eles nunca mais se separaram.

Nos dois anos seguinte, Smoky e William participaram juntos de diversas missões, sobrevivendo às duras condições climáticas da floresta da Guiné e Rock Island.

Smoky dormia na tenda jundo com William, em uma mochila preparada para isso e dividiam a ração de comida que lhe era cabida. Ela não recebia comida especial, nem tratamento médico, no entanto, nunca ficou doente.


Smoky realizou doze missões de combate e ganhou oito estrelas de batalha. Ela sobreviveu a cento e cinquenta raids aéreos na Nova Guiné e atravessou um furacão em Okinawa. Ela pulou de ma torre de trinta pés, com um para-quedas especialmente feito para ela. Smoky ainda salvou a vida de William e outros soldados ao longo da guerra.

Nas horas vagas, Smoky aprendeu vários truques e entretia as tropas, truques estes, que depois foram usados nos hospitais para animar os pacientes feridos de guerra. Esta nova missão, lhe garantiu da revista Yank Down Unde o prêmio de "Mascote Campeã do Sudoeste do Pacífico".

Ela se tornou heroina novamente, quando ajudou os engenheiros a construirem a base aérea do Golfo de Lingayen, Luzon. Eles precisavam passar um cabo de telégrafo, por um conduite de setenta pés e penas 8 polegadas de diâmetro, apenas Smoky, com seus 2 kilos, poderia realizar o feito.

Smoky ajudou também em um trabalho de escavação, que iria durar três dias com métodos normais, em apenas algums minutos, sem por em perigo nenhum soldado, nem a missão de transporte dos caças de reconhecimento.

Ao voltar para os EUA, Smoky e William, foram saudados como heróis e seus feitos foram divulgados por toda a imprensa, tornando-a famosa pelo país inteiro, tanto que, nos dez anos seguintes, a dupla viajou fazendo apresentações, aparecendo em programas de televisão, divertindo os veteranos de guerra nos hospitais e até estrelando filmes.

Foi erguido um monumento à Smoky em Eastlake Doggy Park, Cleveland, onde diz: "O menor soldado da II Guerra Mundial e o mais famoso cão de guerra". No Dia do Veterano de 2005, uma nova escultura foi criada em Cleveland Metroparks, na Reserva de Rocky River, em Ohio, esculpida por Susan Bahary perpetua uma famosa foto dela, onde ela está sentada dentro de um capacete de guerra(primeira foto). Segundo investigações do Animal Planet, Smoky foi o primeiro cachorro terapeuta que se tem registro, seu trabalho começou em 1944 no 233º Station Hospital na Nova Guiné, onde ela acompanhava as enfermeiras que cuidavam das vítimas da invasão da Ilha Biak, foram doze anos de serviços prestados nesta área.
Smoky agora virou livro " Yorkie Doodle Dandy" e você pode comprá-lo no Amazon, através deste link: Yorkie Doodle Dandy.

Após a morte de Smoky, seu obituário foi publicado, contando seus feitos. Foi então que Grace Guderian ligou para William e lhe contou, que em 1944 ela trabalhava como enfermeira na Nova Guiné e havia ganho de natal uma Yorkshire de natal, chamada Christmas, mas ela havia perdido a cachorra, bem próxima do local onde Smoky foi encontrada. Coincidência ou não, Smoky sempre respondia quando ouvia a palavra Christmas...

sexta-feira, 8 de maio de 2009

T-Mobile Dance

Olhem o que aconteceu numa estação de metro de Liverpool.
Foi numa 2.ªfeira de manhã e todos foram depois trabalhar com uma energia maravilhosa.
São 70 bailarinos misturados com passageiros, que acabam a entrar na onda da coreografia do grupo.
O espectáculo foi planeado e ensaiado durante 8 semanas, sem o conhecimento do público.

Digam lá se não foi uma ideia muito interessante para tirar as pessoas do torpor em que muitas vezes se encontram no seu dia-a-dia…

quinta-feira, 30 de abril de 2009

Preguiça

Agora que vamos iniciar um fim-de-semana prolongado...




Gosto da sensação agradável que esta imagem me transmite...

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Ele há coisas muito bonitas...















A natureza é mesmo incrível...

Quem já foi aos Açores dificilmente se esquecerá das hortências.

Aquela flor que pela sua simplicidade se transforma num momento unico de contemplação dificil de esquecer pela sua infindável beleza.

quinta-feira, 26 de março de 2009

Chegou a Primavera


Chegou a Primavera.

O sol está radiante sem, no entanto, ter os seus excessos. Os pássaros cantam. As flores ornamentam os campos. O ar tem uma doçura sempre (in)esperada.

Que sensação incrível de liberdade! Que boa energia!

Como gosto da Primavera!

terça-feira, 10 de março de 2009