
Com arte de bailarina consagrada
e numa coreografia de ondas e laços,
desenha em largas curvas os compassos,
como quem dança ao som de uma toada
que apenas ela ouve, mas descreve
nos volteios da sua trajectória.
Por fim e numa pausa breve,
ergue as asas, em jeito de vitória.
E parece aguardar a aclamação
que lhe é devida, por tão bela exibição

Sem duvida, beleza e graciosidade. No país onde estive estas férias havia centenas de borboletas todos os dias no jardim, tirei tantas fotos que ainda nem consegui selecionar as melhores e curiosamente estavam sempre sobre as flores mais lilás!, deliciei-me.
ResponderEliminarBjs
A graciosidade da borboleta transporta a atmosferas de luz e cor.
ResponderEliminarGostei do nome do teu blog :)
Bjinhos
a eternidade é efémera e todos pensamos ser bela, será ela a borboleta que procuramos quando nos apaixonamos?
ResponderEliminarQuerida Sara
ResponderEliminarAs borboletas ficam mais belas e coloridas na sua tarefa de colher o pólen das flores... representam um grande ensinamento de vivência intensa, dando alegria a quem as rodeia.
Beijinhos.
qd era miuda andava em cima dos telhados a tentar apanhar borboletas... e às x conseguia mas é um exercício de paciência!! mas n lhes fazia mal, soltava-as a seguir. O toque das asas é tão suave!!! bj
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