Por tudo passei e nada sou.
Talvez apenas sombra
em meu próprio mundo.
Nada existe à minha volta
que não me pertença.
Tudo sou, indivisível ou nulo.
A quem escutar neste final obscuro?
o outro eu, também sou eu
e nada percebo além de mim.
Penetro no resto de luz
e me solto no abismo infindo.
Confio no impulso em mim.
Em outro nível, retorno.
Flávio Alberoni C. Farias
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)

Sem comentários:
Enviar um comentário